Posted by: Eddie Vedder - 09-01-2012 22:50
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Quote:Pequena pérola encontrada na profundeza dos arquivos vê finalmente a luz do dia; e ainda bem.
Nos últimos anos, a quantidade de material relacionado com Bob Dylan (sejam bootlegs, gravações raras ou inéditas) tem sido mais do que muito. Os fãs rejubilam a cada vez que são publicadas notícias de novos lançamentos, os desconfiados torcem o nariz. Têm ambos razão. Mas de quando em vez, um desses lançamentos, mesmo não oferecendo nenhuma pista para conhecer melhor a obra, ajudam a situar melhor o artista no tempo e na acção. E, quando se trata de discos ao vivo, valorizam o concerto enquanto performance irrepetível.
Bob Dylan In Concert: Brandeis University, 1963, como o próprio nome indica, inclui a gravação nunca antes disponível de uma gravação de um concerto no Brandeis University Folk Festival no dia 10 de Maio do referido ano. diz a história que a gravação foi encontrada nos arquivos do crítico e fundador da Rolling Stone Ralph J. Gleason, onde ficou a ganhar pó durante mais de quarenta anos.
Gravado dias antes do lançamento do segundo disco de Bob Dylan, o seminal The Freewheelin' Bob Dylan, Bob Dylan In Concert: Brandeis University, 1963 mostra um Bob Dylan em topo de forma e em dia de especial bom humor. E, mais importante, mostra interpretações especialmente inspiradas de “Ballads of War” e “Bob Dylan’s Dream”. Apetece dizer que há certas coisas que valem a pena sair do baú.
A banda Arch Enemy tem um novo álbum: Khaos Legions.
Infelizmente, já soube de muitas críticas sem qualquer fundamento (na minha opinião) a respeito da voz da Angela e das canções. Comentários como " o álbum está aborrecido, a voz da Angela idem aspas e não é diferente dos outros álbuns " são expressados.
Concordam, não concordam?
Que mais têm a dizer?
Eu acho que o novo álbum tem potencial; a voz da Angela não está de todo aborrecida (ela como sempre nos mostra o seu gutural potente) e os irmãos Amott continuam a fazer o seu trabalho de excelente forma: as canções tem excelentes guitarradas! Quanto ao facto de não ser muito diferente dos outros álbuns, não é bem assim: a banda encontrou o seu registo próprio e seguem-no de modo cumpridor. São uma das grandes bandas de death metal melódico, senão a melhor até!
Posted by: Eddie Vedder - 27-05-2011 13:11
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Quote:Publicação britânica listou discos de PJ Harvey, Radiohead, Lady GaGa, The Horrors e Lykke Li (foto) entre os que mais se destacaram nos últimos meses. Diga-nos quais são, para si, os melhores até agora.
Veja a lista de 50 melhores álbuns do ano do NME abaixo e diga-nos quais fazem parte da sua lista.
Friendly Fires - Pala
Danger Mouse & Daniele Luppi - Rome
TV On The Radio - Nine Types of Light
tUnE-yArDs - Whokill
Battles - Gloss Drop
Black Lips - Arabian Mountain
Bon Iver - Bon Iver
Radiohead - The King of Limbs
The Kills - Blood Pressures
EMA - Past Life Martyred Saints
Cat's Eyes - Cat's Eyes
The Strokes - Angles
Smith Westerns - Dye It Blonde
Katy B - On a Mission
Lady GaGa - Born This Way
King Creosote & Jon Hopkins - Diamond Mine
Gang Gang Dance - Eye Contact
Metronomy - The English Riviera
Kate Bush - Director's Cut
Alex Turner - Submarine EP
Austra - Feel It Break
John Maus - Must Become the Pitiless Censors Of
White Denim - D
Destroyer - Kaputt
Cults - Cults
LCD Soundsystem - The London Sessions
Lykke Li - Wounded Rhymes
James Blake - James Blake
Gorillaz - The Fall
Noah and the Whale - Last Night on Earth
Wild Beasts - Smother
Mogwai - Hardcore Will Never Die, But You Will
Suuns - Zeroes QC
The Naked and Famous - Passive Me, Aggressive You
Yuck - Yuck
The Streets - Computers and Blues
The Vaccines - What Did You Expect from the Vaccines?
Beady Eye - Different Gear, Still Speeding
Diddy Dirty Money - Last Train to Paris
Esben and the Witch - Violet Cries
Frankie & The Heartstrings - Hunger
Anna Calvi - Anna Calvi
Glasvegas - Euphoric /// Heartbreak \\\
Elbow - Build a Rocket Boys!
Iron & Wine - Kiss Each Other Clean
The Joy Formidable - The Big Roar
Bright Eyes - The People's Key
Kurt Vile - Smoke Ring for My Halo
PJ Harvey - Let England Shake
The Horrors - Skying
The Suburbs é o terceiro álbum de estúdio da banda de indie rock canadense Arcade Fire, lançado em 2 de agosto de 2010 no Reino Unido e em 3 de agosto de 2010 nos Estados Unidos.O CD estreou em 1º lugar em vendas no Canadá, na Irlanda, na Inglaterra, em Portugal e nos EUA.
Ele foi considerado o "Álbum do Ano" de 2010 nos 53ª Grammy Awards.
Quote:The Suburbs , álbum conceptual sobre a vida nos arredores das grandes cidades, revela-se mosaico longo e algo desigual. Os Arcade Fire continuam mestres na arte de conciliar explosões de euforia com um lado introspetivo, quase espiritual, muito carregado. Ao mesmo tempo, são várias as ocasiões em que os instrumentos acústicos habituais dão lugar a opções mais convencionais: há sintetizadores transplantados dos anos 80, canções assentes sobretudo em guitarra elétrica e piano e uma aproximação, nem sempre estimulante, ao rock americano que, mais do que o habitual termo de comparação (Bruce Springsteen), faz pensar em John Mellencamp (o soft rock de "Modern Man").
Faixas:
1. "The Suburbs" 5:14
2. "Ready to Start" 4:15
3. "Modern Man" 4:39
4. "Rococo" 3:56
5. "Empty Room" 2:51
6. "City with No Children" 3:11
7. "Half Light I" 4:13
8. "Half Light II (No Celebration)" 4:25
9. "Suburban War" 4:45
10. "Month of May" 3:50
11. "Wasted Hours" 3:20
12. "Deep Blue" 4:28
13. "We Used to Wait" 5:01
14. "Sprawl I (Flatland)" 2:54
15. "Sprawl II (Mountains Beyond Mountains)" 5:25
16. "The Suburbs (Continued)" 1:27
Quote:Segundo o guitarrista Albert Hammond, Jr., o título do álbum - produzido pelos próprios Strokes - explica-se de forma bastante simples: "É assim que o álbum soa. Nasce de cinco pessoas diferentes".
No final, ficou também a promessa de que a banda não vai demorar tanto tempo a gravar um próximo álbum (o disco anterior, First Impressions of Earth , é de 2006): "Não quero fazer um álbum de cinco em cinco anos. Adoro esta banda e quero que tenha uma carreira longa", disse o também guitarrista Nick Valensi.
Era um dos mais esperados álbuns de 2011. E sabíamos, desde há muito, que traduziria um tempo diferente na vida dos Strokes, as canções tendo nascido entre uma banda dividida, as vozes e ideias de Julian Casablancas surgindo à distância e enviadas aos demais parceiros via email... Era portanto lícito aguardar-se por algo que não traduzisse o que poderia ser um natural passo adiante de First Impressions of Earth, a soma das partes que entretanto representaram experiências a solo podendo assim gerar a sugestão de eventuais novos caminhos. Mas na verdade Angles mais não parece senão um desmotivado exercício de calendário por cumprir, entre a sucessão das canções que formam o alinhamento não surgindo, em algum momento, a alma que dos Strokes fizera um dos (justificadamente) mais aclamados entre os casos do rock'n'roll na década dos zeros. Undercover Of Darkness, apresentado como single-aperitivo há algumas semanas, revelava um mapa de atenções apontadas aos mesmos azimutes que em tempos definiram a estreia em Is This It... Ao entrar depois no coração de Angles o que se sente é que, todavia, não há um real caminho por aqui. Antes, um amontoado de canções que seguem ideias e linhas várias, de instantes que seguem mais de perto as experiências recentes de Casablancas no seu Phrazes For The Young, pontualmente o desafio do tactear de outros espaços surgindo como, por exemplo, acontece ao som de Two Kinds Of Hapiness, que aceita memórias pós-punk que evocam os melhores dias dos Cars ou o novo flirt melancólico de Call Me Back. Contudo, o que mais falta em Angles são as canções. É que, mesmo quando os Strokes fizeram do segundo disco uma ligeira variação das ideias que haviam ditado o primeiro, a escrita defendeu-os, dando-lhes mais uma mão cheia de momentos que marcaram o seu tempo. O mesmo não acontece aqui, pelas dez canções que fazem a história deste quarto álbum do grupo nova-iorquino raras sendo as ocasiões em que reconhecemos o fulgor que lhes deu o estatuto que mereceram. De facto, forçada, a coisa não tem a mesma verdade da ideia que nasce de um real sentido de entusiasmo criativo. E isso é coisa que não parece ter morado entre o making of deste álbum.
1. 'Machu Picchu'
2. 'Under Cover of Darkness'
3. 'Two Kinds of Happiness'
4. 'You're So Right'
5. 'Taken For A Fool'
6. 'Games'
7. 'Call Me Back'
8. 'Gratisfaction'?
9. 'Metabolism'
10. 'Life Is Simple In The Moonlight'
Is This It é o álbum de estreia do The Strokes, considerado por alguns como a "salvação do rock".
O disco foi dito revolucionário para o rock, que estava considerado perdido.
Esse disco é o mais ousado dos Strokes e manda um estilo próprio para a banda, apesar de o som ser considerado garageiro, as músicas apresentam um lado melódico, diferenciando-se das bandas de indie rock, garage rock e punk pop da época.
Em novembro de 2009 o álbum Is This It foi eleito o melhor disco da década de 2000 pela revista musical NME.
A faixa "New York City Cops" foi substituída por "When It Started" após os ataques de 11 de Setembro.
Quote:Faixas
Todas as faixas compostas por Julian Casablancas.
"Is This It" - 2:35
"The Modern Age" - 3:32
"Soma" - 2:38
"Barely Legal" - 3:58
"Someday" - 3:07
"Alone, Together" - 3:12
"Last Nite" - 3:18
"Hard to Explain" - 3:48
"New York City Cops" - 3:36
"Trying Your Luck" - 3:28
"Take It or Leave It" - 3:16
Três anos depois de Black Holes and Revelations os britânicos Muse lançaram The Resistance, um álbum que mistura o estilo prog rock habitual da banda com elementos sinfónicos que se podem encontrar em músicas dos Queen ou em composições clássicas. O álbum foi recebido de forma mais mista que os anteriores pelos fans, alguns achando que a banda se tinha afastado demais das suas origens, e crítica: recebeu 4/5 estrelas por parte do AllMusic, Q e Uncut mas apenas 6/10 pela NME e Pitchfork. A tour que se lhe seguiu esgotou salas por toda a Europa, com centenas de milhares de pessoas a assistirem aos concertos. Vendeu à volta de 3 milhões de cópias, chegando ao número 1 dos tops de vendas de Inglaterra, Estados Unidos, Austrália, Japão, Canadá, França, Alemanha, Itália, México e mais alguns sítios.
Faixas:
1. Uprising (5:03)
2. Resistance (5:46)
3. Undisclosed Desires (3:56)
4. United States of Eurasia (+Collateral Damage) (5:47)
5. Guiding Light (4:13)
6. Unnatural Selection (6:54)
7. MK Ultra (4:06)
8. I Belong to You (+Mon cœur s'ouvre à ta voix) (5:38)
9. Exogenesis: Symphony Part 1 (Overture) (4:18)
10. Exogenesis: Symphony Part 2 (Cross-Pollination) (3:56)
11. Exogenesis: Symphony Part 3 (Redemption) (4:37)
Singles:
Após alguém postar, vou explicar porque adoro este álbum.
Nome: A Thousand Suns Álbum de estúdio por: Linkin Park Lançado em: 14 de setembro de 2010 Gravado em: 2008 - 2010 Género(s): Rock alternativo, rock experimental, rock industrial, rock electrónico e rap rock Duração: 47:56 Formato: CD Gravadora(s): Warner Bros. Produção: Rick Rubin, Mike Shinoda Vídeos musicais: Waiting for the End (5 de Outubro de 2010) e The Catalyst (2 de Agosto de 2010)
A Thousand Suns é o quarto álbum de estúdio da banda norte-americana de rock Linkin Park. O CD foi lançado em 14 de Setembro de 2010 pela gravadora Warner Bros. Records. O álbum foi co-produzido por Rick Rubin e por Mike Shinoda, membro do Linkin Park. O primeiro single do álbum foi a canção "The Catalyst" e foi lançada oficialmente em 2 de Agosto de 2010, de acordo com o site oficial da banda.
A Thousand Suns é um álbum conceptual que usa como tema a guerra, em especial em escala nuclear. O titulo do álbum vem do texto Bhagvad Gita do Hindu Sanskrit, "se a radiação de mil sóis estourasse pelos céus, seria como o esplendor do todo-poderoso.", uma famosa citação de J. Robert Oppenheimer se referindo a bomba atómica.
Desenvolvimento e produção
Em Outubro de 2008, Mike Shinoda revelou no seu blog que ele, Phoenix e Hahn estavam trabalhando em duas idéias na casa de Hahn, trasportando para o estúdio em breve. Em 2008, Bennington anunciou que o quarto álbum de estúdio do Linkin Park seria lançado como um álbum conceptual, apesar deste conceito ainda não ter sido divulgado.
Em uma entrevista para a MTV em novembro de 2008, Bennington disse que "pareceu meio desencorajador pra mim, então achei que meu nível de confiança ia cair mas mas quando a idéia foi apresentada por um amigo nosso, eu gostei. Era uma idéia inspiradora e era algo que podíamos relacionar a um monte de coisas que gostamos de escrever". Ele também confirmou que a banda planeava começar a gravar em Dezembro numa sessão de seis semanas. Foi planeado que o álbum fosse lançado em meados de 2009 mas em março, Mike Shinoda disse em seu blog que "o álbum de Chester com o Dead By Sunrise viria no outono e o novo álbum do LP seriam só lançados no ano seguinte."
Em maio de 2009, Linkin Park anunciou oficialmente que eles estavam trabalhando em seu quarto álbum que seria lançado em 2010. Shinoda também teria dito numa entrevista à IGN poderia ser comparado a Minutes to Midnight como uma "linha de consistência" e que também seria mais experimental e "com sorte mais 'de ponta'". Além disso, Bennington confirmou também que Rick Rubin seria o produtor do novo álbum.
Em 6 de Junho, a banda revelou que seu novo álbum estava quase completado e anunciaram as primeiras datas para divulgação do disco em 2010. A turné começou em Nova York, no dia 14 de Setembro, data de lançamento do álbum. Também se confirmou que a banda faria uma passagem pelo Brasil no festival SWU (Starts With You), em Itu, São Paulo em 11 de Outubro de 2010. Shinoda também anunciou que o Linkin Park estava com o álbum quase todo completado, incluindo as faixas, o título e a capa do CD.
Lançamento
Em 8 de Julho, Linkin Park anunciou oficialmente o nome do novo álbum, A Thousand Suns, com o lançamento programado para 14 de Setembro. A banda também falou que o primeiro single seria a canção "The Catalyst", lançada em 2 de agosto. Em 31 de Agosto de 2010, foi anunciado que a banda tocaria "The Catalyst" ao vivo pela primeira vez durante o MTV Video Music Awards de 2010 em 12 de Setembro. Em 2 de Setembro, uma versão em MP3 da canção "Wretches and Kings" foi enviado via email para todas as pessoas que pré-encomendaram o álbum. Shinoda disse que esta canção é uma homenagem a Chuck D e ao Public Enemy, que o inspiraram a fazer um álbum "tridimensional". A canção conta com uma parte do discurso "Bodies upon the gears" do activista Mario Savio.
Durante a primeira listening party do álbum, foi confirmado que a canção "Waiting For The End" seria o próximo single do CD. A página oficial do Linkin Park na internet na Alemanha postou então a confirmação, dando detalhes do single, e também postaram no site 28 segundos de cada faixa no disco. A versão inteira de "Waiting For The End" foi então liberado no Myspace da banda em 7 de Setembro de 2010.
O video clipe de "Waiting for the End" estreou em 8 de Outubro de 2010 e foi dirigido por Joe Hahn.
Recepção Comercial
O álbum estreou em primeiro na Billboard 200, após vender 241 mil cópias na primeira semana de vendas nos Estados Unidos. O CD estreou em número #2 no Reino Unido vendendo 46.711 cópias, atrás do álbum Science and Faith da banda The Script. No Canadá, o álbum estreou em primeiro lugar, vendendo mais de 23 mil cópias na sua semana de estreia. Ao todo, A Thousand Suns vendeu em uma semana mais de 523 mil cópias no mundo todo, terminando em primeiro lugar na chart World Albuns Top 40.
Recepção Critica
A Thousand Suns recebeu várias criticas e comentários antes mesmo de seu lançamento, e até o momento as criticas feitas foram geralmente boas. A Metacritic tirou um índice, que vai até 100, dos reviews dos principais críticos, e deu ao álbum uma média de 63, baseado em nove reviews que foram bem favoráveis.
Leah Greenblatt da Entertainment Weekly deu ao álbum nota B dizendo que "em A Thousand Suns a banda, as vezes, consegue juntar de forma estranha um ruído som industrial, um jeito de hip-hop e um jeito adolescente que parece chocante".
Ian Winwood da Kerrang! disse que o álbum é "Excelente!", e disse que "que pode ser descrito seguramente como um álbum politico". Ele elogiou a letra das canções, dizendo que "essas canções foram mais construídas do que escritas.", e completou comparando o álbum ao disco Fear of a Black Planet de 1990 do grupo de rap Public Enemy.
Dave de Sylvia da Sputnikmusic, por sua vez, disse que o disco "um álbum de rock bem feito", e falou que era inclusive melhor que seu predecessor, Minutes to Midnight (2007), mas não tem a mesma vida e animação do álbum de estreia, Hybrid Theory (2000).
James Montgomery da MTV elogiou o disco por sua "mudança alastrada, contraditória e ambiciosa" e comparou com o álbum Kid A (2000) do Radiohead, mas falou que soava mais optimista.
Mikael Wood da revista Spin deu ao álbum seis de dez estrelas, dizendo que o CD "cotam bastante material agressivo" e chamou a faixa "The Messenger" de "a faixa mais inesperada no ousado A Thousand Sun".
Jody Rosen da Rolling Stone deu ao álbum três de cinco estrelas, dizendo que soa como um "um tributo ao Linkin Park matador"
A revista australiana Music Network deu ao álbum um parecer razoável, dizendo que "é uma mudança radical no estilo da banda, sendo esta mudança bem desequilibrada… tem bons momentos ("The Catalyst", "Wretches and Kings"), e outras faixas parecem mais experimentais do que canções bem formadas."
Johnny Firecloud da "AntiQuiet" não gostou do álbum, chamando-o de uma "farsa melodramática" e ainda falou que "é uma sentimentalista mecanizada […] as 15 faixas são um chamado para luta e para o activismo de forma não muito convincente."
Jim Farber do New York Daily News deu ao álbum um de cinco estrelas, dizendo que "não é mais que 15 partes que formam um CD de 47 minutos de forma fragmentada."
Faixas
Todas as canções foram escritas e compostas por Linkin Park.
1. "The Requiem" - 2:01
2. "The Radiance" - 0:57
3. "Burning in the Skies" - 4:13
4. "Empty Spaces" - 0:18
5. "When They Come for Me" - 4:53
6. "Robot Boy" - 4:29
7. "Jornada del Muerto" - 1:34
8. "Waiting for the End" - 3:51
9. "Blackout" - 4:39
10. "Wretches and Kings" - 4:10
11. "Wisdom, Justice, and Love" - 1:38
12. "Iridescent" - 4:56
13. "Fallout" - 1:23
14. "The Catalyst" - 5:42
15. "The Messenger" - 3:01
16. "Blackbirds" (Bonus Track) - 3:21
17. "The Catalyst (To The Sky)" (Bonus Track) - 4:34
Name: "Frat Party at the Pankake Festival"
Video by: Linkin Park
Released: November 20, 2001/September 2, 2003
Recorded: Recorded at various locations
Genre: Nu metal, rapcore
Length: 50:03 (main title)
Label: Warner Reprise Video, Warner Bros. Records
Producer: Bill Berg-Hillinger, Joe Hahn, David May, Angela Smith
Linkin Park released their first DVD, Frat Party at the Pankake Festival, on November 20, 2001, more than one year after the release of their highly commercially successful debut album, Hybrid Theory. The release documented the band on its touring cycle to support Hybrid Theory. It also features all four of the band's music videos up to that point, plus the promotional video for Points of Authority which was used to promote the DVD. It also includes bonus special features and several hidden Easter eggs that unlock even more bonus special features.
1. Intro
2. Papercut
3. Beginnings
4. Points of Authority
5. The Live Show
6. "Crawling" Video Shoot
7. Crawling
8. Touring
9. Cure for the Itch
10. The Band
11. One Step Closer
12. The Future
13. In the End
14. The End
Special features listing
* "Esaul" 1999 garage recording ("A Place For My Head" demo)
* "Points of Authority" Live at The Dragon Festival
* "One Step Farther" (One Step Closer music video with the audio played in reverse)
* "1Stp Klosr" (Humble Brothers remix)
* Making of "In the End"
* "Crawling" (Live) from the Dragon Festival
* Mike and Joe's Art & Chester's Tattoos
* "Crawling" by Bryson Jones and the Sweethearts of the Rodeo All-Star Band (audio-only, though a version of it appears on the "Making in the end" Feature)
* "My December" (audio-only)
* "High Voltage" (audio-only)
Writing credits
* All lyrics written by Chester Bennington and Mike Shinoda
* All music written by Linkin Park except "With You" (Linkin Park, The Dust Brothers), "Forgotten" (Linkin Park, Mark Wakefield, Dave Farrell), "A Place for My Head" (Linkin Park, Mark Wakefield, Dave Farrell), "Runaway" (Linkin Park, Mark Wakefield), "My December" (Mike Shinoda) and "having a butt" (Mike Shinoda, Brad Delson, Joe Hahn)
Personnel
* Produced by: Bill Berg-Hillinger for Id Playground and Mr. Hahn
* Executive producer: Mr. Hahn
* Edited by: Bill Berg-Hillinger
* DVD-video producers: David May for Warner Bros. Records and Angela Smith for Metropolis DVD
* Menu design and animation: Sean Donnelly, Metropolis DVD
* Technical director: James Moore, Metropolis DVD
* DVD authoring by: Metropolis DVD, NYC
* Worldwide representation: Rob McDermott for the Firm
* Additional representation by: Carey Segura and Ryan DeMarti
* Booking agent: Mike Arfin for Artist Group International
* Legal: Danny Hayes for Selvern, Mandelbaum and Mintz
* Business manager: Michael Oppenheim and Jonathan Schwartz for Gudvi, Chapnick and Oppenheim
* Photography for package: James Minchin III
* Art direction and design: Tom Peanutz
Easter eggs
Frat Party at the Pankake Festival has a total of five hidden Easter eggs included.
A Place For My Head studio footage
This first Easter egg will require the use of your DVD remote control. First, activate subtitles. Go to the "Chapter Selection" screen and select the "Beginnings" chapter. When Brad Delson is talking, the words "from the beginning" will appear at the bottom of the screen (at about 9:33). When the words appear at themjoochy of the screen, press the "Enter" button on your remote. You will be taken to a video of early studio footage from 1999, before the band was signed. The song that they are performing is "Esaul" an early demo of "A Place For My Head" which appears on Hybrid Theory.
Points of Authority Live at The Dragon Festival
This Easter egg will also require that you have your remote control. Go to the "Disc Setup" screen and wait. Do not press any buttons. After about two minutes the screen will change and a honeycomb-like keyboard design will appear. Using your remote, enter the following sequence of numbers: 1-4-8-5-9-5-2. At the end of number 2 (on computer simply click on the numbers), you will be taken to a video depicting an alternate version of the "Points of Authority" video featured in the main title.
One Step Farther
This Easter egg is fairly easy to find. Simply turn on the "Director's Commentary" audio track and watch the video for "One Step Closer." The audio track will be playing backward while the video will still be playing forward.
Broken table in London
There are 4 ways to do this.
* Stop the DVD and then set it to title 3, chapter one.
* Go to Credits and press enter, then previous chapter.
* Go to Special Features then back to the Main Menu. Press 9 and enter on your remote. (This method does not work on computers)
* Go to Main Menu then Special Features. Go back again to the Main screen and then press UP UP DOWN DOWN LEFT RIGHT LEFT RIGHT buttons waiting about a second after each buttons. (This one works the best)
You will be taken to a footage in London including Mike's incident of a glass table that he's broke in half, causing Joe and Mike dismantle and hide it to avoid paying fine.
One Step Closer (Humble Brothers Remix)
When viewing the One Step Closer video as part of the main title (accessed from the Chapter Selection, not the Track Selection menu), wait until the last time Chester says "Shut up!" right before "I'm about to break!" and press Enter on your remote/keyboard. This takes you to an audio-only section where you can listen to the remix of One Step Closer by the Humble Brothers. This is the earlier version of the one on Reanimation, without Jonathan Davis.